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La pareja que hizo historia. Paulina&CarlosDaniel o Paola&CarlosDaniel, no importa, es SpaniColunga. ♥

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hace 6 meses on 15 Febrero 2014 @ 7:57pm 8 notas

Ustedes son nuestra inspiración, nuestra vida. SpaniColunga es nuestro eterno amor. ♥

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hace 6 meses on 15 Febrero 2014 @ 5:28pm 6 notas

"Y para qué dejar que pase y pase el tiempo, si tú y yo preferimos comernos a besos… Has dejado en jaque todos mis sentidos…"

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hace 6 meses on 15 Febrero 2014 @ 11:38am 1 nota

Esos besos…

» via  spanic-reinita   (originally  spanicfans
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hace 6 meses on 14 Febrero 2014 @ 4:59pm 39 notas

"Abrázame… Y no me digas nada, sólo abrázame. Me basta tu mirada para comprender que tú te irás… Abrázame, como si fuera ahora la primera vez, como si me quisieras hoy igual que ayer… Abrázame."

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hace 6 meses on 14 Febrero 2014 @ 10:20am 3 notas

Nuestra vida entera ♥ Boda Carlos Daniel y Paulina, 1998.

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hace 6 meses on 13 Febrero 2014 @ 6:10am 19 notas

Capítulo 24

- Err… Estou sim. Desculpa, me distraí… É… Eu já estou indo para casa… - Disse confusa, sem saber o que dizer e fazer.

 - Está bem, então… Te espero! Onde você está?

 - Não vou demorar, estou perto. Pode tocar a campainha, minha mãe está em casa e você pode me esperar lá dentro, está bem?

- Te espero aqui mesmo, meu amor. Você ainda está no parque?

- Hmm… Ok! Sim… Passei a manhã com o Bernie, ele já está me levando aí. - Contei logo tudo, afinal, quando eu chegasse em casa com Bernie, ele veria de todo jeito, melhor dizer logo.

- Ahhh, claro. Desculpa ter atrapalhado a manhã de vocês - Fernando me disse com ironia.

- O que você está dizendo? Não atrapalhou nada, eu já estava indo pra casa.

- Não! Não precisa vir por minha causa, já estou indo embora. Pode ficar aí com seu amiguinho. - Disse sarcasticamente

- Você é surdo, por acaso? Não me ouviu dizer que já estava indo pra casa?

- Não sou surdo, só não acredito que você tenha passado a manhã com esse cara depois de tudo que aconteceu no dia da festa da sua casa. – Disse asperamente

- Eu que não acredito no que você está dizendo, não acredito que está com ciúmes.

- E não deveria estar? Depois de tudo que eu vi Gabriela, tenho todo direito de ter ciúmes desse cara idiota.

- Já esclarecemos o que aconteceu aquele dia e eu não vou ficar discutindo com você por telefone, eu já estou indo pra casa, me espere aí e conversaremos. Tchau.

Desliguei o celular furiosamente e Bernie olhava pra mim meio que sem entender nada.

- Er… Me desculpe, Ber. Vou ter que ir embora, eu preciso conversar com Fernando. Você pode me deixar em casa?

- É claro, Gaby! - Fomos em direção ao carro de Bernie, assim que entramos, sentamos e colocamos nossos cintos, ele disse:

 - Ele estava com ciúmes de mim, Gaby? Desculpa, mas não pude deixar de ouvir o que você falava.

- Tudo bem! Eu sempre conto tudo pra você mesmo. E… Sim! Fernando está com ciúmes de você. Logo de você, dá pra acreditar? - Bernie fez uma cara estranha, não pude saber se tinha sorrido ou feito uma careta.

 - Eu o entendo, Gaby! Se eu tivesse uma namorada tão linda quanto você, eu também teria ciúmes dela. - Bernie me disse e sorriu

- Seu bobo! - Dei um soco de leve em seu braço.

- Sabe Gaby, agora falando sério, se ele não confia em você, por que vocês namoram? Acho que a confiança é à base de tudo. Eu sou seu amigo de longa data. Acaso, se vocês casarem, ele não deixará você ter amigos? Não poderá ficar com eles porque o Fernando vai ficar pensando mil coisas se você fizer isso? Pense bem se ele é o cara certo para você, não quero me meter, mas… Ele deveria confiar em você. Pensa nisso, tá?

Eu não disse nada, tudo isso que ele me disse me deixou confusa, mas eu tinha que conversar com Fernando primeiro, eu sei que ele confia em mim, mas as vezes o ciúme nos cega. Claro que Fernando confia em mim, sempre confiou!

Chegamos à porta da minha casa, Bernie me deu um beijo na bochecha e foi embora. Fernando me esperava na porta com uma cara de poucos amigos.

- Oi! - Disse a ele, mas ele não respondeu. Só ficou olhando fixo pra rua, nem olhou na minha cara. Ele estava realmente muito chateado.

- Vamos entrar Fernando! Precisamos conversar você não acha? - Mais uma vez ele não disse nada, mas dessa vez olhou pra mim e acenou a cabeça em sinal afirmativo.

Abri a porta, entrei e ele entrou logo atrás de mim. Minha mãe estava na cozinha e não viu quando chegamos.

 - Acho melhor conversarmos no meu quarto para não sermos interrompidos por ninguém. - Outra vez ele não disse nada, só acenou a cabeça e me seguiu até o andar de cima, onde ficava meu quarto.

Eu estava com vontade de perguntar a ele se o gato tinha comido a sua língua, mas acho que ele não está para brincadeiras. Quando entramos no quarto, fechei a porta e sentei na cama retirando meu tênis. Ele se encostou na parede perto da porta, cruzou os braços e ficou me encarando, como se tivesse esperando uma explicação por eu ter passado o dia com Bernie. Mas ele estava errado se pensava que iria ficar me interrogando, eu também tinha que perguntar a ele sobre Blanca.

- Sente-se aqui ao meu lado e não me olhe assim como se eu tivesse matado alguém. - Disse e coloquei minha mão no espaço que tinha ao meu lado na cama, indicando para ele sentar

- Não! Estou bem aqui. - Ele finalmente disse algo. - Não matou ninguém, mas fez algo errado - Continuou ele

- Ah, Fernando, por favor! Não faça disso algo catastrófico. O que tem de errado em passar a manhã com um amigo?

- Não teria nada errado se esse amigo não quisesse fazer sexo com você e se você não tivesse usado ele para me fazer ciúmes uma vez. - Ele disse num tom rígido e sério.

- Meu Deus, esqueça isso! Eu estava bêbada. Ok, isso pode não justificar o que fiz. Mas eu jamais faria de novo, você sabe. E quanto a ele querer fazer sexo comigo… Vou te dizer algo bem parecido com o que você me disse quando eu estava com ciúmes bobos da Anna, você tem que se importar se eu quero fazer sexo com ele e… Bom, eu não quero. Você sabe que eu quero você. Ele é meu amigo, quase um irmão. Entenda isso, pelo amor de Deus.

Ele ficou em silêncio por um bom tempo e por fim disse:

- Ok, você está certa. Me desculpe! Eu tenho que confiar em você e eu sei que você não o quer. Mas eu não sei, não confio nele. Por que você passou a manhã toda com ele? - Ele veio até mim, sentou ao meu lado na cama e olhou nos meus olhos esperando minha resposta.

 - Porque depois que falei com você de manhã, estava precisando conversar com alguém e como eu já disse, ele é meu melhor amigo. - Peguei nas mãos deles e continuei falando - Precisava contar o que eu estava sentindo, então liguei para ele. Ele foi até o parque e conversamos. Ele falou sobre o divórcio e eu falei sobre o que eu estava sentindo para ele. Foi apenas isso que fizemos a manhã inteira: conversar.

 - E o que você queria contar para ele? - Fernando me perguntou intrigado

 - Contei sobre você não ter ligado ou mandado uma mensagem para mim, como faz toda manhã, só porque estava com a Blanca. Precisava conversar sobre isso com alguém, me entende?

- Você estava com ciúmes da Blanca? Eu… - Não o deixei terminar a frase, o interrompi.

 - Fica um pouco difícil não ter ciúmes quando todos os meios de comunicação dizem que vocês dois namoram. - Fernando sorriu, parecia ter relaxado mais.

- Meu amor, eu não me esqueci de te mandar mensagem ou de te ligar, apenas iria ligar mais tarde, quando acabasse a reunião. Não contei ontem sobre tomar café da manhã com a Blanca porque ela me convidou de manhã. Íamos ter uma reunião para resolver coisas da peça, que já está perto da estreia, ela não podia ir para a reunião à tarde porque tinha um programa para gravar, então chamou todos para ir a casa dela tomar café. Foi isso que aconteceu. Se eu não preciso ter ciúmes do Bernie, você também não precisa ter da Blanca.

- Eu sei que não preciso, mas assim como você não confia em Bernie, eu não confio nela.

- Blanca é uma amiga incrível, vou apresentar vocês duas e tenho certeza que você gostará dela. Sobre seu amigo, prometo tentar não ter mais ciúmes dele, entendi que ele é como seu irmão, apenas me prometa que terá cuidado com as segundas intenções dele, certo?

- Está bem, meu amor. - Disse isso e o abracei bem forte.

- Ah, outra coisa! - Ele disse se afastando de mim e pegando as minhas mãos - Prometa que quando você estiver precisando desabafar ou quando estiver se sentindo incômoda ou insegura com algo em relação a mim, fale comigo, desabafe comigo. Eu sou seu amigo também e você pode confiar em mim. Promete que fará isso, meu amor?

- Eu prometo Fer! - Disse acenando a cabeça em sinal afirmativo e ele deu um beijo terno em minha testa.

- Fer, posso te perguntar uma coisa? - Perguntei insegura

- Claro que sim! - Disse e sorriu

- Promete que não ficará chateado?

- Não ficarei. Pode perguntar! - Disse enquanto alisava meus cabelos

- Você já teve algo com a Blanca?

Fernando primeiro sorriu e logo disse:

- Não, ela é só uma amiga especial.

- Jura? - Perguntei ainda insegura

- Eu juro Gaby! - Disse sorrindo e continuou - Agora, me dá um beijo porque estou com muitas saudades dos seus beijos. Fernando me beijou intensamente e eu me deixei levar pela paixão contida naquele beijo. Eu estava leve novamente, agora tinha certeza que nunca houve e nem haverá nada entre Blanca e Fer. Ele é meu, só meu e sempre será.

- Eu estava com tanta saudade de você – Eu falava e cessava nossos beijos quase sem fôlego

- Eu também, minha menina! É uma tortura passar as noites sem você do meu lado.

Ficamos um bom tempo, juntinhos. Trocando beijos e carícias, que não tínhamos tido tempo de trocar desde a chegada da nossa viagem.

- Mas me conta sobre a sua peça, nós mal conversamos sobre isso.

- Hmm, é verdade! Nós temos que conversar sobre isso – Ele ficou sério, como se algo o preocupasse.

- O que foi Fer? Você mudou de semblante do nada

- A primeira apresentação será em Miami daqui duas semanas – Ele continuou cautelosamente – Mas semana que vem terei que viajar para lá, na semana seguinte em Los Angeles, na outra em Chicago e assim sucessivamente, cada semana um lugar diferente, mas tudo dentro dos EUA

- Isso quer dizer que você irá ficar fora do país por tempo indeterminado?

- Pelo menos por quatro semanas

- Então iremos ficar mais de um mês sem nos vermos?

Fer me pegou, me recostou sobre seu peito e alisando meus cabelos ele disse:

- Você não sabe o quanto será difícil para mim, mas você vai ver, vai passar rápido. Até porque você começa a gravar seu programa na próxima semana, não é? Quando você piscar já irei estar ao seu lado novamente.

Fer falou isso e mais um monte de coisas, mas eu estava tão perdida em meus pensamentos, que não conseguia absorver direito as palavras. Por mais que eu me esforçasse, eu não poderia evitar ficar com ciúmes. Ele ia passar mais de um mês convivendo com a Blanca. O meu namorado! O meu homem!

- Ei, no que você está pensando, hein? – Disse ele me trazendo de volta à realidade.

- Em como eu vou sentir sua falta – O empurrei e montei sobre ele, já que só teríamos essa semana para ficarmos juntos, era melhor eu aproveitar cada segundo ao lado do meu amor e deixar esses pensamentos bobos de lado.

Eu o beijava com desespero, fogo, paixão, como se o pudesse perder a qualquer momento. Fer enfiou a mão por baixo da minha camiseta e agarrou um dos meus seios, apertando levemente meus mamilos, deixando meu corpo em chamas.

- Eu senti tanto falta de ter você para mim, esses dias. Eu vou sentir tanto a sua falta - Ele me calou com um beijo, mordendo meu lábio inferior, e enfiando a língua na minha boca, mantendo-me na posição em que queria, agarrando meus cabelos.

Eu sentia uma necessidade tão grande de Fernando, uma necessidade que não podia controlar, a qual não podia resistir. Ele calava meus gemidos com seus beijos e eu tremi só de pensar que ele poderia ter investido tanto tempo e esforço para dar prazer à outra pessoa. Ele interrompeu o beijo, tirando minha blusa e apoiando a mão em minhas costas para levar meus seios até sua boca, mordeu meu mamilo por cima do tecido fino do meu sutiã, depois o desabotoou e envolveu meus seios com os seus lábios, chupando-o com tanta força que uma vibração ecoou por todo o meu corpo. Com precisão ele desabotoou meu short e ajudei a abaixá-lo, seus dedos ultrapassaram a barreira da minha calcinha para tocar o meu sexo, e aquela sensação de pele contra pele era exatamente do que eu precisava. Ele ergueu a cabeça e me observou com os olhos cheios de fervor enquanto me dava prazer. Eu desabotoei sua blusa e deu leves mordidas em seu ombro. Removendo seus dedos de mim, ele me virou de forma que eu fiquei sobre ele. Eu necessitava dele, aqui e agora, eu estava desabotoando o cinto da sua calça quando alguém bateu na porta do meu quarto.

- Filha, está aí? - Minha mãe perguntou

- Es… Estou, mãe – Respondi com a voz entrecortada – O que a senhora quer?

- Eu não a vi chegar, meu bem. O transporte acabou de deixar Gabo aqui, ele esta lá embaixo brincando com os cachorros e não quer tomar banho.

- Eu já vou descer para dar banho em Gabo, mãe.

Depois de um tempo calados, sorrimos e cortei o silêncio.

- Me desculpe por isso, mais tarde terminamos? – Disse colocando meu sutiã

- Não tenha dúvidas que mais tarde iremos terminar isso – Ele deu aquele sorriso travesso que por pouco não me fez tirar novamente meu sutiã e terminar o que tanto queríamos.

Descemos, e quando Gabo viu “Tio Fer” ficou extremamente feliz. Minha mãe não perguntou sobre Fernando estar comigo, acho que ela sabia o que estávamos fazendo ou quase fazendo em meu quarto e preferiu fingir que achava que Fernando tinha chegado depois. Fer acabou almoçando conosco e depois jogamos vídeo game com Gabo. Ele me chamou para jantar com ele e sua irmã Anna, e depois dormir em sua casa. Eu não gostava muito de Anna, mas prometi que por Fernando ia tentar me dar bem com ela e depois do jantar estaríamos só eu e ele, como recusar um convite desses?

Escrito por: Juliana Sampaio <3 (https://twitter.com/JuSaampaio) com o auxílio de outra autora.

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hace 6 meses on 13 Febrero 2014 @ 5:52am 1 nota

"Ah… Si pudiéramos contar las vueltas que da la vida, para que podamos encontrar nuestro gran amor…"

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hace 6 meses on 12 Febrero 2014 @ 7:46am 2 notas

Um amor pra vida toda

Capitulo 1

México 2013…

Alô…

Alô Gabriela… é o Fernando…

Gabriela sabia exatamente quem era, porem um nervosismo tomou conta do seu ser quando ela escutou aquela voz, que repetiu o nome dele em um tom de indagativa…

Gabriela: Fernando?

Fernando: Sim… O Fer Colunga!

Gabriela estava rodeada pelas pessoas que trabalhavam com ela, e ao identificar quem era do outro lado da linha ela se levantou e foi em direção a um banheiro que ficava próximo dali, e após trancar a porta rapidamente atrás de si ela respondeu…

Gabriela: Eu sei que é você Fernando… Sua voz é inconfundível…

Fernando: Achei que não tinha me identificado… Você esta bem?

Gabriela: Sim, e você ?

Fernando: Melhor agora que estou falando com você…

Gabriela sentiu um frio em sua barriga ao escutar ele falando aquilo… Porem  ficou em silencio…

 Fernando então entendeu o silencio dela, e falou novamente…

Fernando: Gaby eu estou instalado em uma fazenda próximo da onde você esta gravando seu programa…

Gabriela não sabia o que dizer, e percebendo que ele esperava uma resposta ela falou a primeira coisa que lhe veio na mente!…

Gabriela: Sei…

Fernando: Eu vi que você estava aqui por um noticiário, e achei uma grande coincidência do destino… Gaby  desde então não consigo parar de pensar em te ver e em conversar com você…

Gabriela: Foi por isso que me ligou?

Fernando: Foi também… Mais principalmente por que eu realmente gostaria de te ver…

Gabriela: Você acha isso uma boa ideia?!

Fernando: Sim!… Gaby venha até aqui na fazenda antes de ir embora para que a gente possa conversar…

Gabriela: Olha Fernando eu não sei… Você sabe que sempre sou eu quem sai machucada depois dessas conversas…

Fernando: Gaby por tudo que é mais sagrado, e pelos bons sentimentos que mantém ou já manteve por mim… Venha! Eu preciso tanto te ver e te dizer algumas coisas…

Gabriela: Eu não sei… Sinceramente não sei… Mais me passe o endereço… Não te prometo nada mais… (Gabriela não concluiu a frase e então depois de pensar alguns segundos disse abruptamente) Me passe o endereço Fernando…

Gabriela anotou o endereço e depois se despediu formalmente de Fernando…  Ela desligou o celular e por alguns minutos permaneceu parada apenas relembrando um momento do seu passado…

Sua história com aquele homem que acabava de lhe ligar, já tinha tidos milhares de momentos dolorosos… Porém teve poucos tão maravilhosos que desde que o conheceu jamais conseguiu se apaixonar verdadeiramente por outro homem…

Gabriela: Fernando….

Gabriela não conseguia sair daquele transe… Ninguém mexia tanto com ela como aquele homem… Ela olhou fixamente para um espelho que estava a sua frente naquele banheiro e então deixou as memórias tomarem conta da sua mente…

Gabriela…

Instantâneo… Essa é a palavra apropriada para descrever o momento em que o conheci… Ao encarar aquela iris castanha eu tive certeza que minha vida não seria a mesma. Embora minha mente gritasse para que eu não ouvisse aquela doce voz que soava do meu coração, afinal, aquele definitivamente não era o momento. O ano era 1998, eu havia acabado de mudar de país por uma proposta de trabalho, não era uma simples proposta de emprego, era a possibilidade de crescer na minha carreira. Me mudei para o México motivada pela chance de ganhar um papel na novela A Usurpadora, mas não sabia que tudo aquilo mudaria completamente o rumo do meu destino.

Entrei naqueles grandes estúdios com uma mistura de deslumbramento e medo, não conhecia ninguém ali, todos os temores se fizeram presente em minha mente enquanto eu caminhava por aqueles corredores. Pessoas apresadas passavam por mim sem nem ao menos notar minha presença, sabia que seria mais uma naquele país, estava disposta a lutar pelo meu sonho sob olhares desconfiados dos demais. Mas não conseguia convencer o meu coração a acalmar-se, sentia minhas pernas tremerem, minha respiração se acelerar a cada passo dado e meu coração pulsar freneticamente por dentre meu peito. Perdida em meus conflitos internos não notei a aproximação de alguém que ficaria marcado para sempre em minha vida e em meu destino.

Um homem moreno, forte e de porte alto caminhava na direção contrária distraído lendo uma pequena quantidade de folhas de papel.

E foi quando o destino resolveu intervir em minha vida…

Quando estávamos passando um pelo outro, quase nos chocamos. Mas antes que isso ocorresse, eu consegui o olhar e desviar de seu caminho.

Porém quando dei um passo a frente, algo passou ao meu lado me fazendo perder todo o equilíbrio que restava em meu corpo. Não posso descrever o que ou quem foi o instrumento cupido da história, porque depois que vi seus olhos sobre os meus, perdi qualquer noção de realidade que um dia existiu em minha mente.

Quando eu me desequilibrei, senti duas sensações distintas. A primeira foi da queda iminente, devido ao meu nervosismo, minhas pernas acabaram me tracionando e não pude raciocinar a tempo de evitar a ida ao chão.

Entretanto, quando pensei que encontraria o choque do meu corpo com o maciço piso, senti algo me segurar. E quando me dei conta, seus braços já rodeavam a minha cintura, sua face estava próxima da minha e seus olhos fixos nos meus.

Não posso precisar o tempo que ficamos naquela desconfortável posição. Meu corpo quase tocando o chão e ele quase ajoelhado usando seus fortes braços como suporte para me segurar.

A distancia entre os nossos corpos estava tão limitada que podia sentir seu aroma amadeirado invadindo meus pulmões, e me entorpecendo.

Ele olhava para minha face com um brilho no olhar que eu poucas vezes havia visto, apenas enxergava aquela mirada com o Miguel fixava seus olhos em mim. Miguel. O seu nome veio ecoando fortemente em minha mente me trazendo violentamente de volta a realidade.

Rapidamente saí dos braços do meu salvador e tentei me recompor. Não conseguiria olhar em seus olhos para agradecer com o meu coração batendo freneticamente e com o seu perfume imperando em minha mente.

Depois de alguns segundos finalmente me senti segura o bastante para olhar novamente para sua iris castanha.

"Gabriela: Ai… mui..to .. obrigada. Mas que desastrada eu sou.

Pessoa X: Não precisa agradecer, não foi sua culpa. - Disse enquanto olhava firmemente em meus olhos e intercalando também em minha boca.

Gabriela: Bom, mesmo assim obrigada. É que sou nova aqui e não sabia muito bem por onde ir…. - Tentei de todas as formas justificar minha maneira desastrada naquela manhã, mas com ele me olhando daquela maneira as palavras ficaram escassas em minha boca.

Pessoa X : Bem que notei que nunca tinha visto você por aqui, um belo rosto é difícil de esquecer.”

Acho que ele percebeu o modo que fiquei depois dessa declaração, as maçãs do meu rosto se enrubesceram e meu olhos se sobressaltaram, assim como o meu coração.

"Pessoa X: Mas que indelicadeza da minha parte, ainda nem me apresentei. Meu nome é Fernando. Fernando Colunga. 

Gabriela: Me chamo Gabriela Spanic, mas pode me chamar de Gaby.”

E como gesto comum de duas pessoas educadas que se conhecem, nos demos as mãos nos cumprimentando. Um grande erro. Ao tocar sua forte mão, um choque fora do comum percorreu todo o meu corpo, e instintivamente retirei minha mão da dele. Não a tempo de deixar que onde sua pele havia tocado formigasse e meu sangue fervesse. Sabia que não podia, não deveria estar sentindo tudo aquilo, afinal era uma mulher casada e que amava profundamente o seu marido. Mas meu coração parecia não se importar com nada disso e enviava a cada segundo mensagens desconfortantes para o meu corpo.

“Gabriela:  É… é tenho que ir – Falei gaguejando pela chuva de emoções que me invadiram…

Fernando: Espere – disse segurando meu braço me impedindo de sair e deixando minha pele sensível – Talvez eu possa te ajudar a chegar onde você quer…

Gabriela: É … Eu não, não quero te incomodar

Fernando: Não será incomodo, pelo contrario – disse com um sorriso encantador nos lábios, o que fez minhas pernas balançarem e meu coração se sobressaltar…”

Só a lembrança daquele sorriso me fazia estremecer… Apesar da primeira impressão que ele tinha me causado, quando nos conhecemos, ainda não sabíamos das artes que o destino estava arquitetando.

As lembranças daquele dia caíram em minha mente como uma tempestade interminável…

Sua voz, apenas sua voz acabara por despertar em mim todos aqueles sentimentos adormecidos…

Os tempos eram outros, já não éramos mais aqueles dois jovens recém apaixonados de 15 anos atrás. A vida nos havia separado e nos guiado para caminhos distintos, sentia que talvez tivesse conseguido abafar todo aquele amor que já me havia feito sofrer com o passar do tempo, como se a cada dia que transcorresse, uma pagina fosse virada, mais me enganei…

Quando comecei o meu novo projeto, o meu programa para mostrar a beleza deste maravilhoso país, e passei por aquele lugar aonde gravamos as cenas da novela que nos tinha unido novamente, me entristeci… Em Soy Tu Dueña tivemos uma chance, chance essa que desperdiçamos… E então naquele momento eu tive uma quase certeza que havia conseguido fechar e guardar aquele livro que descrevia nossa história… Porém sua ligação, sua voz induziram o meu coração a ter certeza que aquela história estava longe do fim…

Escrito por:

Andrea Monteiro (https://twitter.com/MissBracho_)

Dayane Cristina (https://twitter.com/DayCristinaa

Karina Célia (https://twitter.com/KarinaCelia)

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hace 6 meses on 11 Febrero 2014 @ 10:12pm 3 notas
Anónimo
kiero el capitulo 24 de el diario de ivana dorantes.... esta buenisimo

Hola! Entraré en contacto con la autora de esta historia, vamos a pedirle que la suba lo más pronto posible! Gracias!

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hace 6 meses on 11 Febrero 2014 @ 9:38pm 1 nota
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