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Capítulo 102, La Usurpadora. ♥

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hace 3 meses on 17 Enero 2014 @ 4:39pm 8 notas

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hace 3 meses on 17 Enero 2014 @ 4:32pm 5 notas

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hace 3 meses on 17 Enero 2014 @ 4:30pm 4 notas

Capítulo 36, La Usurpadora.

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hace 3 meses on 17 Enero 2014 @ 4:26pm 3 notas

De Repente é Amor

 

Capítulo 14

Vesti meu vestido e logo fui embora também. No caminho de volta para casa fiquei pensando em tudo que aconteceu e no que poderia ter acontecido. Que frustração, meu Deus! Mais uma vez essa Anna acabando com tudo, por que essa menina tem que existir? Ok, Gabriela! Esqueça-se disso! O importante agora é que essa menina fique boa rápido, não a quero alugando meu namorado muito tempo.

Quando cheguei em casa minha mãe perguntou se eu e Fernando voltamos a ficar bem um com o outro e eu lhe disse que sim, não queria contar a história detalhadamente, então fui brincar com Gabo. Uns minutos depois Fer me ligou, pediu desculpas mais uma vez e disse que a Anna estava bem, iria engessar o braço e logo iria para casa. Depois que desliguei o celular, voltei a brincar com meu filho. Tomamos banho e depois jantamos, por volta das 22h coloquei um filme para assistirmos.

Mas que coisa, será que Fer tinha esquecido de mim ou ainda estava ajudando aquela peste? Ai, Gabriela, Gabriela, você tem que tentar ter uma boa relação com essa menina ou isso pode prejudicar o seu relacionamento com Fernando. Será que ela contou sobre a discussão e o tapa que lhe dei e Fernando está com raiva de mim? Eu deveria ter lhe contando antes sobre o que tinha acontecido porque sem dúvidas nenhuma ela aumentou os fatos a favor dela, é claro. Pensando sobre tudo isso mandei uma mensagem para Fernando

Mensagem enviada:

 A Anna está melhor? Você disse que viria e até agora nada.

Depois de esperar por quase 20 minutos, ele respondeu.

Mensagem recebida:

 Sim, ela está melhor! Desculpe a demora, só visualizei a mensagem agora. Eu não pude passar aí antes porque estava cuidando da Anna, se não for muito tarde, posso ir aí agora para conversarmos.

Certeza que ela tinha contado sobre a discussão para Fernando, até porque não tínhamos mais nada para conversar já que tínhamos resolvido tudo.

Mensagem enviada:

Pode passar, estou te aguardando! Assim que chegar me manda uma mensagem que eu desço.

Então, eu esperei, esperei e esperei. Gabo já tinha caído no sono, já eram 23:30, todos já estavam dormindo e nada de Fernando chegar.

 Mensagem recebida:

 Estou na sua porta.

Me levantei da cama em silêncio para não fazer barulho, coloquei meu robe sobre a camisola e desci.

- Oi, amor! – Dei um beijo em seus lábios – Você está com uma carinha de cansado. - Afaguei seu rosto carinhosamente

- É o dia hoje foi muito cansativo! Você já esta de camisola, já estava pronta para dormir, né?

 - Sim, mas estava esperando já que você disse que viria. Está um pouco frio, melhor conversarmos lá dentro!

- É melhor, não quero que você se resfrie. Abraçada contra seu peito entramos na minha casa e fomos até a sala.

- Quer beber ou comer alguma coisa?

 - Não, amor! Vem cá! – Disse me puxando para seu colo – Você ficou chateada hoje, não é?

 -Eu entendi,Fer! Foi uma urgência. Mas não é uma das melhores situações para ser interrompida – Disse sorrindo

 - Hummm, a Anna me contou sobre a briga de vocês…

Sem nem esperar ele terminar a frase, me levantei de seu colo e comecei a falar sem parar enquanto ele me olhava com uma expressão indecifrável em seu rosto.

- Olha, Fernando, eu sei que ela deve ter me posto como uma bruxa, mas a verdade é que ela me ofendeu primeiro e eu também não tenho sangue de barata. Ao ouvir todas aquelas coisas eu não pude me controlar. Ela, com certeza, me colocou como a única culpada e ela a santinha, não é? Mas você tem que entender que a sua irmãzinha na sua frente é um doce, mas por trás ela não é nada disso do que aparenta ser.

Fernando só me observava e eu estava ficando nervosa, por quê ele não falava nada?

- O que foi? Fala alguma coisa. Você, com certeza, não vai querer defendê-la depois de tudo que ela me falou e…

- Gabriela, calma! - Disse me interrompendo - Ela me contou tudo e, muito pelo contrário, ela não se colocou como a santinha, ela está muito arrependida de tê-la ofendido e até propôs que fôssemos jantar, os três juntos, para ter pedir desculpas pessoalmente. Você não deveria julgá-la tão mal, encheu a boca para falar o dia todo que ela não gosta de você, mas eu vejo o contrário. E, ela é a minha irmã, eu ficaria muito feliz se você não implicasse tanto com a mesma.

 Não acredito que a Anna falou a verdade. Talvez ela não fosse tão ruim quanto eu pensava que fosse. Não, Gabriela! Para! Claro que essa menina é má, lembra de tudo que ela te falou? Ai, por favor. Essa ninfetinha deve estar tramando algo, mas vou mostrar que sou mais esperta que ela. E se ela pensa que vai me separar do Fer está muito enganada.

 - Fernando, eu… Eu nem sei o que te dizer, mas que bom que a Anna falou a verdade sobre o que aconteceu. Me desculpa - Disse sem graça

- Está tudo bem, meu amor. Agora tenho certeza que se vocês se conhecerem melhor vão gostar uma da outra e serão grandes amigas. - Disse sorrindo

 Amigas? Ai meu Deus! Ele quer que eu seja amiga dela, mas ela me odeia. Tudo bem, não vou falar isso com ele agora porque não quero discutir, quero apenas que a gente fique bem. E se for pra gente ficar bem, eu tento ser amiga da Anna, mas ela vai ter que colaborar.

- Para você não ficar pensando que eu tenho implicância com ela, aceito ir jantar com vocês, pode marcar. - Sorri

- Você é linda, sabia? - Disse me puxando para sentar em seu colo novamente - E se eu pudesse te sequestraria, agora! - Disse sorrindo e depois me beijou.

- Hummm! Para onde você me levaria senhor Colunga? Talvez eu aceite ser sequestrada por você.   - Sorria enquanto passava os dedos delicadamente pelos lábios dele.

- Para um lugar que ficássemos só nós dois, sem ninguém para atrapalhar o que começamos hoje. - Disse e me beijou novamente, dessa vez foi um beijo mais intenso, carregado de desejo. Mordendo o lóbulo da minha orelha Fernando falou:

- Eu preciso te recompensar a frustração de hoje

 Abri a minha boca para responder, mas Fernando me calou com um beijo. Seu olhar tinha mudado, não era mais um olhar doce e sim, um olhar de desejo. Quando dei por mim eu já estava deitada no sofá com Fernando sobre mim beijando o meu colo e abrindo o meu robe. Dando beijos e leves mordidas sobre meu ombro, Fer, foi abaixando a alça da minha camisola até meus seios ficarem expostos para ele. Ele os agarrou com as mãos, explorando-os com apertões suaves.

- Fer…

- Shiiii… Eu estava ficando maluco só de imaginar você nua novamente sobre os meus braços. Acredite que te deixar hoje naquele quarto foi mais difícil para mim do que pra você.

Então ele abocanhou um dos meus seios me fazendo dar leves gemidos e produzindo uma grande onda calor sobre meu corpo. Meu olhar buscou rapidamente o relógio da sala. Eu tinha medo que alguém aparecesse ali.

 - Fer… Não… – Disse ofegante Ele me olhou profundamente com aqueles olhos castanhos, que eu tanto amava. Amava? Ai meu Deus, eu o amava…

- É uma loucura, eu sei,Gaby, mas eu preciso disso.

Sua mão abriu caminho até o meio de minhas pernas e elas se abriram instintivamente, sem pudor. Eu necessitava tanto de seu toque, de suas mãos e sua boca sobre mim. O toque de seus dedos eram rápidos e precisos. Eu não tinha mais controle sobre o meu corpo, naquele momento ele pertencia a Fernando. Eu estava ofegante, girando meus quadris no ritmo dele, sentia que a qualquer momento iria chegar ao clímax.

Cheguei ao clímax com um grito abafado, cravando minhas unhas no sofá para impedir meu grito. Eu o olhava intensamente e em seus olhos eu via o brilho de prazer, por ter me dado prazer. Fer arrumou minha calcinha de volta, me beijou apaixonadamente e me sentou em seu colo, assim ficamos por um bom tempo. Até eu acalmar a minha respiração.

 - Obrigado – Disse ele

 - Pelo o que?

- Por isso!

 - Eu queria poder terminar isso, mas não aqui.

- Eu sei meu amor, eu sei – Ele passava os dedos sobre meus cabelos – Agora eu preciso ir, está muito tarde.

 O levei até a porta e nos despedimos dando beijos apaixonados.

- Boa noite, minha menina! Bons sonhos! - disse e foi embora. Entrei e fui para o meu quarto tentar dormir, o que não consegui muito facilmente.

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hace 3 meses on 10 Enero 2014 @ 8:02pm 1 nota

Capítulo VIII

Las semanas pasaron muy rápidas, y el día, el gran día del Festival se acercaba. Los ensayos para las presentaciones estaban a todo ánimo, y todos eran abiertos al público de toda la ciudad, para que pudieran disfrutar de la maravilla artística producida por los alumnos del renombrado Colegio.

Cierto día, Elisa me invitó a ver uno de los ensayos. Yo no quería ir, estaba siendo una pésima amiga, ya que estaba sin ánimo para nada, y lo peor es que no sabía el motivo. Y aunque en el colegio no se hablaba de otra que no fuera del evento, para mí daba igual. Pero para mi desgracia Lili era muy insistente y yo sabía lo cuán importante era aquel Festival para ella, entonces no tuve como no aceptarlo y fuimos a ver el ensayo.

Cuando llegamos al colegio ya había mucha gente en el salón de baile, y yo pensé conmigo misma que aquella presentación debería estar impecable para atraer tanta gente como de hecho atrajo.

- ¡Buenos días personal! Hoy estamos en nuestro penúltimo día de ensayo, y esperamos a que ustedes aprueben y que una vez más llevemos este premio no solamente para el colegio sino también para nuestra ciudad, para ustedes.

- Lo dijo la sabetodo… - dijo Elisa en voz baja.

- ¿No me digas que ésa es la tal Isabel?

- Sí mi amor, la propia.

Hice una mueca de descaso y Lili se rió burlesca. Me concentré en mi móvil, no tenía las mínimas ganas de ver realmente aquel ensayo, estaba allí por mi amiga solamente. “No, mentira, estás  aquí por él, confiésalo Gabriela.” Una voz oculta estorbaba mi mente y confundía mis pensamientos. Y luego de pronto él apareció en el salón embalándose en la canción que ambos cantarían…

Fernando empezó con la canción. Inspirador, radiante como siempre, enseñando al público que estaba dando su mejor y dedicándose al máximo. Mientras tanto, la tal Isabel empezó a representar y a mirarlo provocante, y se podía notar también unas cuantas chicas delirando con la presencia de él. Tengo que confesar que él estaba realmente lindo, con aquel uniforme desarreglado y su pelo despeinado.

- Ay Dios mío que está en el cielo… ¡Qué bombón! – dijo Elisa mordiendo los labios y presionando mi brazos, quitándome de mi propio mundo. – Pero sin celos eh, no soy de ésas que traiciona las amigas pero… ¡Pero él es un tipazo!

Le disparé mi mirada de desaprobación, ¿qué quería Elisa con esos comentarios? Tenía miedo de que alguien la escuchara y que inventara unos cuántos chismes y que yo fuera el centro de ellos, cosa que siempre he odiado.

A lo largo del ensayo las cosas estaban poniéndose tensas y a mi ver, saliendo de su “normalidad”. Aquellos dos estaban muy enredados para una sencilla escena, Isabel lo agarraba y él la miraba muy profundamente. “¡Ay ya Gabriela! ¡Basta ya con eso! Es solamente una representación, a él no le gusta ella, mira cómo… cómo las manos de ella pasean por su pecho, ¡ay qué resbalosa! ¿Y él no hace nada para evitarlo? No, no puedo permitirlo, tengo que hacer algo…”

Una vez más aquellas voces ocultas asombraban mis pensamientos, hasta parecía aquella imagen del ángel y del diablo mezclando mis ideas, pero tenía que contenerme, mantener la postura y evitar la figura de “amiga loca celosa”.

Y cuando pensé que aquella situación no podría ponerse peor, una furia loca invadió mi ser cuando la zorra de Isabel agarró el cuello de mi… De Fernando, y él le dio una sonrisa como que le gustaba lo que estaba ocurriendo. Era como todos los hombres, todos son iguales, no pierden la oportunidad, aún más con aquel tipo de mujer tan fácil como la tipa ésa, Isabel.  Sí, de esa vez no estoy siendo radical al pensar así de ella, ya que vi con mis propios ojos lo que ella hacía, seduciéndolo.

Aquel cambio de estilo musical de balada romántica a la salsa hizo de la presentación algo vulgar e inaceptable.

- Ya Elisa, ¡ya! No me quedo aquí ni un segundo más… - dije levantándome y saliendo con el intento de que él no me notara, pero como una tonta celosa terminé por causar cierto alboroto y creo que ella me vio, pero hice cuestión de no encararlo, no lo reconocía con aquellas actitudes “artísticas” que acababa de ver.

Escrito por: Patrícia Duarte <3 (https://twitter.com/patysduaarte)

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hace 3 meses on 10 Enero 2014 @ 9:03am

"No consigo olvidar esa mirada que me hace estremecer…”

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hace 3 meses on 9 Enero 2014 @ 2:04pm 8 notas

De Repente é Amor

 

Capítulo 13

- Hummm… Antes nós precisamos conversar você me falou tudo que queria e sentia, agora é a minha vez.

- Pode falar – Assenti com a cabeça – Então ele continuou

- Primeiro, eu não quero que você sinta ciúmes da minha irmã porque é até ofensivo para mim você achar que eu tenho algo com ela, isso é nojento, Gabriela! É a minha irmã! E eu não tenho dúvidas que ela me vê como um irmão também, o que acontece é que a Anna é muito carente e doce, talvez por isso você tenha tido essa visão. E por mais que você sentisse ciúmes você jamais poderia ter reagido daquela forma. Eu não quero nunca mais, enquanto você estiver comigo, que você dance daquela forma com o seu amiguinho, ao menos, é claro, que você queira ver os dentes dele no chão… – O interrompi.

- O Bernie é só meu amigo e me irritou muito o fato de você ter achado que eu já tive algo com ele. E sobre a sua irmã… Ela não gosta de mim!

- Você me fez achar isso pela forma que se comportou! E sobre a Anna… Isso não é verdade, ela estava ansiosa para te conhecer, mas você acabou agindo daquela forma e agora eu não sei o que ela pensa sobre nós. Eu fiquei pensando se contava ou não sobre a discussão que tivemos e sobre o tapa que lhe dei. Mas isso só seria mais um motivo de discussão, então preferi ficar quieta, e se ela contasse teria que contar também sobre as coisas que me disse.

 - Eu sei que a forma como me comportei pode ter dado margem para você pensar sobre coisas que não são e nunca foram, mas eu vim aqui só para desmentir isso. Você não acredita em mim?

Fernando ficou pensativo me olhando no fundo dos meus olhos, isso me fez ficar toda arrepiada.

 - Acredito,Gaby! Olho no fundo dos seus olhos e vejo que tudo o que você disse é verdade e, por mais que me dê ódio ao lembrar da cena de ontem, eu estou apaixonado demais para deixar você ir.

Um suspiro de alívio evacuou dos meus pulmões

- Promete que você nunca mais vai me dizer adeus e nem me olhar daquela forma como se me desprezasse?

- Se você me prometer não agir mais impulsivamente, eu prometo estar aqui sempre por você! - Disse afagando meu rosto

 - Então, eu prometo! Afastei a bandeja e o abracei, eu precisava sentir aquele braço, aquele abraço que era meu porto seguro, onde mesmo com o mundo caindo sobre mim, eu me sentia segura.

- Fer, quando você me olhou daquela forma eu senti o meu mundo cair e quando você me disse adeus eu pensei que tivesse te perdido para sempre, eu… Eu te adoro muito e não quero que nada destrua isso que estamos começando - Entrelacei nossas mãos - Eu não quero sentir essa sensação nunca mais.

 - Meu amor…

 Então, ele inclina a cabeça e encosta sua boca na minha. O percurso de seus lábios se detém diante da minha boca. Sem tirar os olhos de mim Fer passa sua língua por meu lábio superior, depois pelo inferior e finalmente me dá uma leve e doce mordidinha no lábio. Não me mexo. Não consigo nem respirar! Eu o desejo tanto. Ao ver que estou ofegante, volta a esticar a língua e sem pensar, eu abro a boca. Ele me beija com uma habilidade que me deixa atordoada. Esquecendo tudo, correspondo à suas exigências e em seguida sinto que sou eu quem se aperta contra seu peito musculoso em busca de algo mais. Deixo-me levar pelo meu desejo. Durante alguns segundos nos beijamos apaixonadamente no mais absoluto silêncio. Meu corpo treme ao contato de seu corpo. Sinto suas mãos agarrando minha cintura e percebo o quanto Fernando também me deseja. Nossos beijos estavam ficando cada vez mais intensos. Então Fernando parou e por uns segundos olhou em meus olhos como se estivesse pedindo permissão para o que nós dois sabíamos que iria acontecer, afinal era o que queríamos naquele momento. Não disse nada, apenas sorri e em forma de resposta o beijei intensamente. Ele foi baixando os lábios por meu pescoço o beijando de forma delicada. E assim começou a despir-me vagarosamente, como se não quisesse perder nenhum detalhe do meu corpo. Passou as mãos firmes por minhas coxas subindo o vestido, fazendo com que eu ficasse cada vez mais enlouquecida e ofegante. Após tirar meu vestido, olhou com verdadeira devoção para mim, que estava apenas de calcinha. O olhar dele me penetrava no mais profundo de minha alma, apesar de estar quase nua, não me sentia envergonhada pela forma que me olhava, em seu olhar eu via desejo, me sentia a mulher mais linda do mundo, me sentia amada.

- Minha menina!

Dizendo essas palavras ele me beijou mais uma vez. Agora era minha vez de despi-lo totalmente para poder sentir sua pele quente em contato com a minha. Enquanto tirava sua camisa o beijava apaixonadamente, tirava-a devagar e passava a mão por seu peito. Após tirar a camisa beijei seu pescoço e fui baixando por seu peito e abdômen, fazendo-o fechar os olhos, soltando um gemido de prazer. Beijei o seu umbigo e fui baixando sua calça, tirei-a e joguei ao chão. Fernando me puxou para si e me girou fazendo com que eu ficasse embaixo dele, assim ele beijou meus seios, fechei meus olhos e um leve gemido saiu de minha boca. Ele voltou a beijar meus lábios enquanto tirava minha calcinha e quando ele estava prestes a tirá-la, seu celular tocou.

- Não atende, meu amor! – Disse enquanto o beijava. Ele continuou me beijando e baixando minha calcinha, e o celular tocava insistentemente. Então, ele parou de me beijar.

- Não atende,Fer! Eu não quero que pare! - Disse ofegante e o beijei mais uma vez, ele correspondeu, mas o celular continuava a tocar. Ele parou e olhou o celular que estava na mesinha ao lado da cama. E quem estava ligando? Anna! Estraga prazeres como sempre essa menininha.

 - Eu preciso atender, meu amor. Pode ser urgente, ela já ligou muitas vezes e ela nunca faz isso. Não disse nada e ele atendeu o celular. Após alguns minutos falando com ela, ele desligou.

- Preciso ir embora! - Falou levantando da cama e pegando suas roupas no chão apressadamente.

- O que houve? - Perguntei assustada

 - Anna está no hospital!

- Mas… Mas o que aconteceu com ela?

- Ela caiu e quebrou o braço. Preciso ir, ela está no hospital sozinha.

- Hummm… Entendi! - Falei um pouco frustrada, arrumei minha calcinha e levantei da cama para pegar meu vestido que estava no chão.

- Me desculpa, meu amor! Eu não queria que nada atrapalhasse nosso momento. - Falou erguendo meu queixo com o dedo, fazendo que olhasse em seus olhos - Mas eu preciso ir, ela não tem ninguém aqui que possa ficar com ela. É minha irmã, preciso ver como ela está. Você entende, não é?

- Entendo,Fer! Ele vestiu suas roupas apressadamente.

- Meu amor, me desculpa mais uma vez. - Disse enquanto beijava minha testa

- Está tudo bem! Quando você chegar lá me liga para dizer como ela está, ok?

- Ligo! Quando eu sair do hospital passo na sua casa! - Me beijou e foi embora depressa.

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hace 3 meses on 9 Enero 2014 @ 8:03am 1 nota

Capítulo VII

Lili estaba asustada y a la vez muy desconfiada por aquel turbillón de preguntas sobre Isabel, que iba a presentarse con Fernando en el Festival. Pues sí, le expliqué de pronto que era simple curiosidad, quería enterarme de todo posible sobre aquel evento, pero creo que no le convencí del todo, pues en el fondo yo estaba realmente molesta con esa situación.

Elisa pasó el fin de semana en mi casa e hicimos una fiesta de piyamas, y fue cuando platicamos sobre todo aquello, sobre el Festival y sobre la tal Isabel.

Isabel Sánchez se trataba de la hija menor del alcalde de la ciudad, y ex alumna del colegio. Según Elisa, ella era una chica muy popular en el buen sentido, ya que se daba bien con todos y era muy simpática, pero algo me latía que ella era una doble cara, una fingida. No, détente, ¿cómo podría yo sacar mis propias conclusiones si ni al menos la conocía en persona? ¿Qué es lo que me estaba pasando?

- Elisa, pero eso es un absurdo, ¿cómo Isabel puede participar del Festival si ya no es alumna del colegio? No, no puede ser wey…

- Bueno, es como te dije amiga, ella es la queridita, la consentida, la hija del alcalde, tú puedes imaginarlo…

- Pero ustedes, o mejor dicho, nosotros alumnos tenemos que tener oportunidad también y esa muchachita está ocupando un vacante que debía ser de un estudiante del colegio.

- Gaby, perdóname por serte sincera pero… Estás siendo muy infantil. Todos los estudiantes tienen la opción de participar del Festival, es algo muy democrático. Lo que pasa es que no todos que participan quieren presentarse en público. E Isabel, como es de tradición  siempre participa, aunque es ex alumna y recuerda que ella terminó hace poco la secundaria.

- Sí, vale, tu línea de pensamiento es válida, pero digamos que YO, Gabriela, quiera presentarme con Fernando, ¿y? Esa… Esa tal Isabel ¿me podría impedir? – noté que mi tono de voz fue casi grosero e infantil, y Lili me miró incrédula.

 - Gabriela pero ¿qué pasa? No te reconozco amiga, ¿acaso estás celosa de Fernando? ¿es eso?

Tragué en seco. Esa pregunta que me hizo Lili, todas las evidencias decían que sí, que yo estaba muriéndome de celos de Fer. Antes celaba a sus “coleguitas” y ahora la tal Isabel Sánchez… Dios mío ¿será posible? ¿Pero cómo puedo sentir celos de él? ¿Serían celos de amiga? ¿De confidente o… De amor?

- ¿Qué crees Lili? Sé sincera, por favor… - viré mi rostro algo avergonzada. Lili no sabía que Fernando y yo teníamos una gran amistad, para ella sólo cantábamos juntos en las clases de música algunas veces.

- Bueno… Después de ese berrinche, perdóname decirlo así, pero es lo que me pareció, y eso para mí es celos, porque parece molestarte profundamente… ¿Estás enamorada de Colunga? – me echó la pregunta de pronto.

- Yo… No lo sé, sinceramente no sé qué contestarte Elisa, es complicado… - dije cubriendo mi rostro con mis manos angustiada.

- Amar no es un delito y si te gusta él, ¿por qué no? Pensándolo bien, realmente ustedes forman una bonita pareja… - ella se rió y le eché una almohada.

- Pero la cuestión no es esa Elisa, yo terminé un relacionamiento hace muy poco, mejor dicho, yo ni siquiera llegué a terminarlo de hecho, fue raro… Tú, bueno, ya te dije sobre eso, Miguel era para mí el hombre perfecto… Yo idealizaba un futuro con él, íbamos a terminar nuestros estudios y salir de viaje antes de la universidad. Teníamos tantos planes… Y eso no se va tan fácil como el viento.

- Oh, no te quedes así amiga, ¿quieres un consejo? Olvida ya ese Miguel, él es un patán, te cambió  por otra… Él no vale la pena.

- ¿Y si intento con Fernando y no nos sale bien? Nosotros vamos a estropear una amistad que es muy importante para mí, ¿me entiendes? Y yo no quiero hacerle daño…

- Gabriela ¿pero eso ya es un trauma, aún ni siquiera empezaste una relación con él y ya piensas en las crisis? ¿Qué es eso chica?

- ¿Sabes Elisa? Lo que quiero realmente es dormir y parar de pensar porque siento que mi cabeza va a explotar.

- Vale, vale… Duérmete bien y sueña con tu Fernandito…

- ¡Ay siempre tan bromista!

Tumbé mi cabeza para dormir, pero no pude. Intentaba ser fuerte en la presencia de Elisa pero por dentro las dudas bailaban en mi cabeza. Por un lado, yo quería darme una nueva oportunidad, pero a la vez me sentía muy insegura, burlada, y tenía mucho miedo de sufrir otra vez por alguien. Pero Fernando… Ah, Fer era lindo, tan dulce, amigo, tiene una voz inolvidable, sencilla y cautivadora… Sí, él me cautivó por entero, y eso no lo puedo negar.

Escrito por: Patrícia Duarte <3 (https://twitter.com/patysduaarte)

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hace 3 meses on 8 Enero 2014 @ 7:24am

Porque capítulo 11 es otro nivel… ♥

”- Cuántas cosas me gustaría hacer en un año…

- Pero tenemos toda una vida para pasarla juntos, amor mío.

- Toda una vida sería poco para quererte.”

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hace 3 meses on 7 Enero 2014 @ 8:01am 5 notas
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